Informação...
essa foi uma palavra que não se viu no início da cobertura da gripe suína.
As pessoas ficaram desesperadas, pararam de comer carne de porco e a qualquer sintoma de gripe procuravam os postos médicos...
despois a coisa deu uma acalmada...
as informações começaram a ser divulgadas...
no entanto, não é tarde pra falar: a imprensa tem um papel social acima de tudo, e não deve falhar em casos como este!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
DESCULPAS
OLÁ PESSOAS...
EM PRIMEIRO LUGAR DESCULPE-ME A AUSENCIA ESTOU PRA TICAMENTE SEM INTERNET ATÉ A PRIMEIRA QUINZENA DE ABRIL...
APÓS ESTA DATA VOLTAREI AS MINHAS CONSIDERAÇÕES SEMANAIS...
ABRAÇOS!
EM PRIMEIRO LUGAR DESCULPE-ME A AUSENCIA ESTOU PRA TICAMENTE SEM INTERNET ATÉ A PRIMEIRA QUINZENA DE ABRIL...
APÓS ESTA DATA VOLTAREI AS MINHAS CONSIDERAÇÕES SEMANAIS...
ABRAÇOS!
ABORTO E EXCOMUNHÃO
Muito se falou sobre o caso da menina de apenas 9 anos que foi estuprada pelo padrasto. Com riscos de não sobreviver à uma gravidez nesta idade, e com o apoio da lei, a criança ganhou "o direito" do aborto e o fez.
O arcebispo, de Olinda e Recife, excomungou da Igreja Católica a equipe médica e a família da menina, sob alegação que eles permitiram o aborto e comunica que os casos similares vão seguir a regra eclesiástica:
" a partir de agora, ciente do que manda a lei eclesiástica, se voltar a fazer, estará excomungado automaticamente, sem que ninguém precise dizer: é a Lei de Deus" (O Estado de S. Paulo, 07/03/2009).
O fato tornou-se notório, ganhou espaço na imprensa mais que o atentado à criança, que sofreu e nunca mais terá as imagens apagadas de sua vida.
O Vaticano, o presidente Lula e praticamente todos os jornais se pronunciaram sobre a excomunhão, no entanto a criança de 9 anos tornou-se apenas personagem de uma briga pelo poder.
Ligia Martins de Almeida, no site Observatório da imprensa, fez um lembrete que eu ainda não vi em outro lugar:
"A imprensa, fascinada com o medievalismo da excomunhão, deixou de explorar um aspecto igualmente grave dessa história: a situação do estuprador. Segundo D. José Cardoso, o arcebispo de Olinda e Recife, "o padrasto cometeu um delito gravíssimo, mas, de acordo com o direito canônico, não é passível de excomunhão automática. O aborto é mais grave ainda".
Diante dessa declaração, o estuprador de Recife, o estuprador do Rio Grande do Sul e os pedófilos do interior de São Paulo (matéria do Estado de S. Paulo de 08/03/2009) podem dormir sossegados. Podem até ir para a cadeia, mas continuam tendo o direito de ir à missa, confessar seus pecados e serem perdoados, receber a comunhão e, na hora da morte, serem beneficiados pelo sacramento da extrema-unção.
Talvez isso explique a atitude da Igreja no caso dos numerosos padres pedófilos em todo o mundo, que têm seus "pecados" tratados discretamente pela Igreja e que, quando punidos, o público não fica sabendo. Está aí um tema para a imprensa: como a Igreja pune seus próprios pecadores?"
(http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=528JDB010)
Não estou aqui a questionar as regras da Instituição, criada pelo homem em nome de Deus.
A reflexão que proponho é: qual o papel da imprensa neste caso? como ela atuou? Ela atendeu as perspectivas de visibilidade eclesiastica? ela respeitou a criança que sofria tamanho trauma?
E nós, pessoas "comuns", questionamos os vários envolvidos no fato e na cobertura dele? ou simplesmente ficamos chocados durante os vt´s do jornal nacional e no intervalo seguinte não lembrávamos de mais nada?
O arcebispo, de Olinda e Recife, excomungou da Igreja Católica a equipe médica e a família da menina, sob alegação que eles permitiram o aborto e comunica que os casos similares vão seguir a regra eclesiástica:
" a partir de agora, ciente do que manda a lei eclesiástica, se voltar a fazer, estará excomungado automaticamente, sem que ninguém precise dizer: é a Lei de Deus" (O Estado de S. Paulo, 07/03/2009).
O fato tornou-se notório, ganhou espaço na imprensa mais que o atentado à criança, que sofreu e nunca mais terá as imagens apagadas de sua vida.
O Vaticano, o presidente Lula e praticamente todos os jornais se pronunciaram sobre a excomunhão, no entanto a criança de 9 anos tornou-se apenas personagem de uma briga pelo poder.
Ligia Martins de Almeida, no site Observatório da imprensa, fez um lembrete que eu ainda não vi em outro lugar:
"A imprensa, fascinada com o medievalismo da excomunhão, deixou de explorar um aspecto igualmente grave dessa história: a situação do estuprador. Segundo D. José Cardoso, o arcebispo de Olinda e Recife, "o padrasto cometeu um delito gravíssimo, mas, de acordo com o direito canônico, não é passível de excomunhão automática. O aborto é mais grave ainda".
Diante dessa declaração, o estuprador de Recife, o estuprador do Rio Grande do Sul e os pedófilos do interior de São Paulo (matéria do Estado de S. Paulo de 08/03/2009) podem dormir sossegados. Podem até ir para a cadeia, mas continuam tendo o direito de ir à missa, confessar seus pecados e serem perdoados, receber a comunhão e, na hora da morte, serem beneficiados pelo sacramento da extrema-unção.
Talvez isso explique a atitude da Igreja no caso dos numerosos padres pedófilos em todo o mundo, que têm seus "pecados" tratados discretamente pela Igreja e que, quando punidos, o público não fica sabendo. Está aí um tema para a imprensa: como a Igreja pune seus próprios pecadores?"
(http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=528JDB010)
Não estou aqui a questionar as regras da Instituição, criada pelo homem em nome de Deus.
A reflexão que proponho é: qual o papel da imprensa neste caso? como ela atuou? Ela atendeu as perspectivas de visibilidade eclesiastica? ela respeitou a criança que sofria tamanho trauma?
E nós, pessoas "comuns", questionamos os vários envolvidos no fato e na cobertura dele? ou simplesmente ficamos chocados durante os vt´s do jornal nacional e no intervalo seguinte não lembrávamos de mais nada?
quarta-feira, 4 de março de 2009
TREVO DE 4 FOLHAS NEGRAS
A esperança deixou de ser verde
Em todo o mundo ela mudou de cor
Tornou-se negra
Na pele do último presidente eleito americano
Obama, deixou de representar apenas o mais influente governo mundial
Passou a ter a responsabilidade de representar o sonho de milhões de pessoas.
Tornou-se índice, ícone, símbolo
Tornou-se homem, super
Mega-homem
Deixou de ser humano
As pessoas vibram
Torcem
Esquecem o que passou
Apenas esperam pelo milagre da luz
Após ver a era Bush terminando
Em todo o mundo ela mudou de cor
Tornou-se negra
Na pele do último presidente eleito americano
Obama, deixou de representar apenas o mais influente governo mundial
Passou a ter a responsabilidade de representar o sonho de milhões de pessoas.
Tornou-se índice, ícone, símbolo
Tornou-se homem, super
Mega-homem
Deixou de ser humano
As pessoas vibram
Torcem
Esquecem o que passou
Apenas esperam pelo milagre da luz
Após ver a era Bush terminando
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Chuvas em SC: sinal vermelho.
Estão todos definitivamente assustados com o resultado da chuva do fim de semana em Santa Catarina. Mais de 1,5 milhão de pessoas afetadas, 69 mortes, cerca de 30 desaparecidos e 5 cidades decretaram estado de calamidade pública, segundo o portal globo.
É realmente uma tragédia. Mas acima de tudo é um sinal.
É um sinal da natureza dizendo que não agüenta mais, é uma conseqüência da destruição que o homem causa à camada de ozônio, o incentivo do efeito estufa e a o fato de mesmo tendo o conhecimento disso tudo tão toma nenhuma atitude.
Os sinais vão desde uma chuva de granizo em Minas Gerais, passam pela destruição em Santa Catarina, as constantes inundações em São Paulo, foi o ciclone aqui no Brasil, até os tornados e furações pelo mundo...
Infelizmente se nada for feito, crianças vão continuar morrendo, e junto com elas a esperança que tínhamos delas fazerem algo diferente. Junto com elas nós adultos também esfalescemos, seja com a perda da vida ou com a perda dos sonhos.
É realmente uma tragédia. Mas acima de tudo é um sinal.
É um sinal da natureza dizendo que não agüenta mais, é uma conseqüência da destruição que o homem causa à camada de ozônio, o incentivo do efeito estufa e a o fato de mesmo tendo o conhecimento disso tudo tão toma nenhuma atitude.
Os sinais vão desde uma chuva de granizo em Minas Gerais, passam pela destruição em Santa Catarina, as constantes inundações em São Paulo, foi o ciclone aqui no Brasil, até os tornados e furações pelo mundo...
Infelizmente se nada for feito, crianças vão continuar morrendo, e junto com elas a esperança que tínhamos delas fazerem algo diferente. Junto com elas nós adultos também esfalescemos, seja com a perda da vida ou com a perda dos sonhos.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Quem será o próximo Iraque?
O Portal Terra exibe hoje uma reportagem da BBC Brasil que mostra o Ministro da Defesa Nelson Jobim dizendo que alertou os EUA que o sistema de segurança da América do Sul interessa apenas aos países desta região.
A entrevista foi dada para o jornal argentino “La Nacion”, e segundo consta na matéria Jobim disse que “Eles (secretários americanos da Defesa, Robert Gates, e de Estado, Condoleezza Rice) insistiram que eu lhes desse alguma mensagem, alguma sugestão do que transmitir a seu presidente (George W. Bush), e simplesmente respondi a eles que não se metessem nisto", disse o ministro ao La Nacion.
A notícia conta ainda que o Brasil fez uma parceria com a França para adquirir um submarino nuclear, para proteger os depósitos de petróleo do litoral. Discorre ainda sobre a defesa que o ministro faz de união entre os países da América Latina, que já se torna realidade com a Unasul (União das Nações Sul-Americanas) e com o Conselho de Defesa Sul Americano.
Ao ler esta matéria, fiquei lembrei-me da Guerra do Iraque. Por que? Por causa da invasão ter acontecido com um dos motivos sendo o petróleo.
Depois lembrei-me que Bush só governa até início de janeiro, o que pode ajudar.
Porém é bom lembrar que o nosso país tem descoberto novas e novas fontes de petróleo, tem a Amazonas em um cenário que a natureza e a água potável se torna cada vez mais raros, tem o Pantanal, outro reduto de raridades... mas não tem proteção. Nós mesmos pertencentes a este país que desperta o olhar do grande líder do mundo, não temos o cuidado com nossa terra. A cada dia destruímos nossas riquezas.
Além da natureza que se “vinga” nos proporcionando ciclones e temperaturas nunca vistas, temos ainda uma ameaça mundial, já que somos um país em crescimento e sem forças políticas de grande relevância pelo mundo.
Por isso é bom mesmo que o Brasil se alie, afinal nunca sabemos quem será o próximo Iraque.
A entrevista foi dada para o jornal argentino “La Nacion”, e segundo consta na matéria Jobim disse que “Eles (secretários americanos da Defesa, Robert Gates, e de Estado, Condoleezza Rice) insistiram que eu lhes desse alguma mensagem, alguma sugestão do que transmitir a seu presidente (George W. Bush), e simplesmente respondi a eles que não se metessem nisto", disse o ministro ao La Nacion.
A notícia conta ainda que o Brasil fez uma parceria com a França para adquirir um submarino nuclear, para proteger os depósitos de petróleo do litoral. Discorre ainda sobre a defesa que o ministro faz de união entre os países da América Latina, que já se torna realidade com a Unasul (União das Nações Sul-Americanas) e com o Conselho de Defesa Sul Americano.
Ao ler esta matéria, fiquei lembrei-me da Guerra do Iraque. Por que? Por causa da invasão ter acontecido com um dos motivos sendo o petróleo.
Depois lembrei-me que Bush só governa até início de janeiro, o que pode ajudar.
Porém é bom lembrar que o nosso país tem descoberto novas e novas fontes de petróleo, tem a Amazonas em um cenário que a natureza e a água potável se torna cada vez mais raros, tem o Pantanal, outro reduto de raridades... mas não tem proteção. Nós mesmos pertencentes a este país que desperta o olhar do grande líder do mundo, não temos o cuidado com nossa terra. A cada dia destruímos nossas riquezas.
Além da natureza que se “vinga” nos proporcionando ciclones e temperaturas nunca vistas, temos ainda uma ameaça mundial, já que somos um país em crescimento e sem forças políticas de grande relevância pelo mundo.
Por isso é bom mesmo que o Brasil se alie, afinal nunca sabemos quem será o próximo Iraque.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Obama...
Fui mais uma à não resistir ao charme de Barack Obama, último presidente eleito dos EUA, país de maior influência mundial.
E ao não resistir, escrevo aqui sobre essa febre mundial que utilizou-se de uma excelente estratégia de marketing e é clamado pela imprensa quase como um Deus.
O portal da globo (G1) no último dia 10, diz: “os meios científicos vêem a chegada do novo presidente, Barack Obama, quase como uma bênção divina”. O site Observatório da Imprensa, do mesmo dia, destaca: “Mudança agora significa fim dos preconceitos, fim dos fanatismos, fim do radicalismo e fim do revanchismo. Mudança agora é mudança mesmo, ponto final em estruturas, sistemas, fórmulas e idéias que persistem desde o início da Segunda Guerra Mundial.”
O portal uol do dia 06/11/08 ressaltou ainda o novo posicionamento de tradicionais “rivais” dos EUA, parabenizando o novo presidente e se colocando disponíveis para conversa, como Irã, Síria e Hamas (grupo que controla a faixa de Gaza).
Diante de tamanha efervecência, votação histórica e ovacionamento, o novo presidente terá muitos desafios.
É importante lembrar no entanto, que há condições de vários posicionamentos divergentes da era Bush, mas nãoé bom esperar por milagres.
Apesar da Internet divulgar a imagem de Obama como Super-Homem, ele ainda não tem super poderes.
E ao não resistir, escrevo aqui sobre essa febre mundial que utilizou-se de uma excelente estratégia de marketing e é clamado pela imprensa quase como um Deus.
O portal da globo (G1) no último dia 10, diz: “os meios científicos vêem a chegada do novo presidente, Barack Obama, quase como uma bênção divina”. O site Observatório da Imprensa, do mesmo dia, destaca: “Mudança agora significa fim dos preconceitos, fim dos fanatismos, fim do radicalismo e fim do revanchismo. Mudança agora é mudança mesmo, ponto final em estruturas, sistemas, fórmulas e idéias que persistem desde o início da Segunda Guerra Mundial.”
O portal uol do dia 06/11/08 ressaltou ainda o novo posicionamento de tradicionais “rivais” dos EUA, parabenizando o novo presidente e se colocando disponíveis para conversa, como Irã, Síria e Hamas (grupo que controla a faixa de Gaza).
Diante de tamanha efervecência, votação histórica e ovacionamento, o novo presidente terá muitos desafios.
É importante lembrar no entanto, que há condições de vários posicionamentos divergentes da era Bush, mas nãoé bom esperar por milagres.
Apesar da Internet divulgar a imagem de Obama como Super-Homem, ele ainda não tem super poderes.
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